Como aumentar a produtividade com música

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Hoje em dia, a maioria das pessoas não vive sem música. Para quem usa transporte público, esquecer os fones de ouvido em casa é uma tortura. Quem usa o carro para ir ao trabalho e fazer as tarefas diárias precisa de um aparelho de som ou rádio no carro quase obrigatoriamente.

Quem tem – geralmente profissionais da área de comunicação –, não rejeita liberdade de trabalhar ouvindo música, afinal, ficamos tanto tempo no trabalho que este se tornou um escape natural e indispensável para nos manter felizes, motivados e produtivos.

Mas será que todas as canções tem o mesmo efeito? Ou existem trilhas perfeitas para determinadas tarefas?

 

Tarefas fáceis

Um estudo publicado no Jornal da Neurociência do Comportamento e Fisiologia, dos EUA, descobriu que a capacidade de uma pessoa reconhecer imagens, letras e números foi maior quando tocava rock ou música clássica ao fundo em comparação ao momento em que não havia música.

Da mesma forma, outro estudo mostrou que trabalhadores de uma linha de montagem ficaram mais felizes, eficientes e cometeram menos erros ao ouvir música. Ou seja: quando as tarefas são repetitivas ou chatas, ouvir música te ajuda a resolvê-las mais rapidamente.

 

Tarefas complexas

Para trabalhos mais difíceis, que precisam de mais concentração, é melhor apostar em música clássica ou instrumental.

Mas se a tarefa é de alta complexidade, o melhor é deixar a música de lado. Mesmo os acordes mais fracos ao fundo podem atrapalhar: o desempenho cognitivo diminui na medida em que dedica recursos para processar tanto a tarefa quanto a música.

 

Trabalho criativo

Para os profissionais da comunicação, a concentração é parte importante para o processo criativo. E as músicas ideais para “ativar” a criatividade são as que têm de 50 a 80 batimentos por minuto.

É o que diz uma psicóloga britânica chamada Emma Gray, que trabalhou com o aplicativo de streaming Spotify para descobrir quais os benefícios de certos tipos de música. Segundo ela, o tempo musical na faixa de 50-80 batimentos por minuto ajuda a induzir o estado alfa no cérebro. A mente fica calma, alerta e a concentração é elevada.

As ondas alfa também têm sido associadas com o “momento eureka”: um insight que surge quando você entra fica mais descontraído, mesmo quando está focado. Para concluir, a psicóloga observa que não é o gênero musical, mas sim o ritmo que pode criar um estado de fluxo criativo.

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